Quem é que vai pagar o pato?

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Como diz o ditado pessimista: nada é tão ruim que não possa piorar. É esse ditado que vem à mente a cada nova notícia dos rumos que toma esse governo golpista.

Na última bomba, a Confederação Nacional das Indústrias (CNI), organização patronal de peso no país, fez a proposta indecente de aumentar a carga de trabalho para mais de 12 horas por dia, seis dias por semana, totalizando cerca de 80 horas semanais de trabalho. Na prática isso significa voltar com o trabalho escravo no país.

Os golpistas colocam o Brasil na contramão das reivindicações dos países mais desenvolvidos e com maior qualidade de vida.

Enquanto o mundo discute a diminuição da jornada de trabalho, a mentalidade escravagista – que nunca foi de fato abolida – quer submeter a classe trabalhadora a uma condição subumana em que na prática viveriam apenas para trabalhar.

Trata-se de uma proposta tão absurda e que traz tantos malefícios à população em geral, que sequer há parâmetro de comparação. Importante é que a população entenda o que está sendo feito contra ela. É um ataque contra o povo brasileiro para beneficiar uma parcela de privilegiados que nunca se importou com o restante da população.

Lutar contra o golpe é lutar pelo futuro do Brasil. Mais do que nunca, nossa mobilização é o que fará a diferença.

JUNTOS SOMOS FORTES, JUNTOS SOMOS SINCOVERG.

A última bomba da CNI é a proposta indecente de aumentar a carga de trabalho para mais de 12 horas por dia, seis dias por semana, totalizando cerca de 80 horas semanais de trabalho
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